Mestrado em Neuroftalmologia

Duración

12 meses

Fecha de inicio

15-08-2026

ECTS

60

Horas

1500

Financiación

3 meses

Precio

$ 23.343

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Presentación de la Mestrado em Neuroftalmologia

O Mestrado em Neuroftalmologia da ISEIE tem como propósito formar especialistas capazes de diagnosticar condições complexas que envolvem a visão e o sistema nervoso. Os distúrbios neuro-oftalmológicos exigem alto nível de raciocínio clínico, e cresce a busca por profissionais com formação específica nessa subespecialidade. Por isso, a ISEIE Brasil estrutura um programa que une o rigor científico europeu a uma abordagem prática e atualizada. Você aprende a integrar o exame oftalmológico ao neurológico, a interpretar exames complementares e a tomar decisões clínicas fundamentadas em evidências. O propósito final é formar profissionais que ampliem a resolutividade diagnóstica em uma das áreas mais desafiadoras da medicina.

Propósito de la Mestrado em Neuroftalmologia

O Mestrado em Neuroftalmologia da ISEIE tem como propósito formar especialistas capazes de diagnosticar condições complexas que envolvem a visão e o sistema nervoso. Os distúrbios neuro-oftalmológicos exigem alto nível de raciocínio clínico, e cresce a busca por profissionais com formação específica nessa subespecialidade. Por isso, a ISEIE Brasil estrutura um programa que une o rigor científico europeu a uma abordagem prática e atualizada. Você aprende a integrar o exame oftalmológico ao neurológico, a interpretar exames complementares e a tomar decisões clínicas fundamentadas em evidências. O propósito final é formar profissionais que ampliem a resolutividade diagnóstica em uma das áreas mais desafiadoras da medicina.

Para qué te prepara la Mestrado em Neuroftalmologia

O Mestrado em Neuroftalmologia da ISEIE prepara você para avaliar e conduzir os principais distúrbios da interface visual e neurológica. Você estará apto a realizar o exame neuro-oftalmológico completo, a avaliar as pupilas e a interpretar a perimetria computadorizada. O programa também prepara você para diagnosticar as neuropatias ópticas, investigar a perda visual de origem neurológica e abordar o edema de papila. Você desenvolve a capacidade de avaliar a diplopia, o nistagmo e os distúrbios da motilidade ocular, além de correlacionar os achados com a neuroimagem. Essa formação amplia sua atuação em serviços de oftalmologia, neurologia e centros de referência em neurociências.

Solicitad más información de la Mestrado em Neuroftalmologia
iseie brasil, cursos online

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Razones por las cuales elegir ISEIE

Prestigio internacional

ISEIE tiene como objetivo promover la educación de calidad, la investigación de alto nivel y los estudios de excelencia en todo el mundo.

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La titulación que reciben nuestros estudiantes son reconocidas en las empresas más prestigiosas.

Trayectoria académica

ISEIE cuenta con una trayectoria formativa basada en años de experiencia y preparación de profesionales cualificados.

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Nuestro sistema educativo le permite compatibilizar de un modo práctico y sencillo los estudios con su vida personal y profesional.

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Nuestro plan interno de calidad del instituto persigue diversos objetivos, como el aumento de la satisfacción de los estudiantes, el cumplimiento de los objetivos de calidad establecidos, el desarrollo de una cultura de calidad, el reforzamiento de la relación entre el personal y la universidad, y el mejoramiento continuo de los procesos. 

Los objetivos de la Mestrado em Neuroftalmologia

1

Compreender a anatomia e a fisiologia da via óptica e do controle da motilidade ocular.

2

Dominar o exame neuro-oftalmológico e a interpretação dos exames complementares.

3

Aplicar o raciocínio diagnóstico nas neuropatias ópticas e na perda visual neurológica.

4

Avaliar os distúrbios pupilares, a diplopia, o nistagmo e a motilidade ocular.

5

Desenvolver a correlação clínico-radiológica e a conduta baseada em evidências.

Diseño del plan de estudios Mestrado em Neuroftalmologia

Para el diseño del Plan de estudios de este Mestrado em Neuroftalmologia de ISEIE ha seguido las directrices del equipo docente, el cual ha sido el encargado de seleccionar la información con la que posteriormente se ha constituido el temario. 

De esta forma, el profesional que acceda al programa encontrarás el contenido más vanguardista y exhaustivo relacionado con el uso de materiales innovadores y altamente eficaces, conforme a las necesidades y problemáticas actuales, buscando la integración de conocimientos académicos y de formación profesional, en un ambiente competitivo globalizado.

Todo ello a través de de material de estudio presentado en un cómodo y accesible formato 100% online.

El empleo de la metodología Relearning en el desarrollo de este programa te permitirá fortalecer y enriquecer tus conocimientos y hacer que perduren en el tiempo a base de una reiteración de contenidos.

Mestrado em Neuroftalmologia 2

1.1. Situação atual e futura da Neurooftalmologia

  • 1.1.1. Novos métodos diagnósticos e terapêuticos

  • 1.1.2. Utilidade das tecnologias da informação: telemedicina, inteligência artificial

  • 1.1.3. Neurooftalmologia nas viagens espaciais

1.2. Anamnese e exploração

  • 1.2.1. A história clínica

  • 1.2.2. Exame da função ocular

  • 1.2.3. Sensibilidade ao contraste

  • 1.2.4. Visão cromática

  • 1.2.5. Estereopsia

  • 1.2.6. Exame do fundo de olho

1.3. Motilidade ocular:

  • 1.3.1. Acomodação

  • 1.3.2. Convergência

  • 1.3.3. Exploração da pupila

  • 1.3.4. Exame do fundo de olho

1.4. Campimetria

  • 1.4.1. Utilidade da campimetria

  • 1.4.2. Tipos de campimetria

1.5. OCT

  • 1.5.1. Funcionamento e tipos de OCT

  • 1.5.2. Utilidade da OCT na deteção de patologia neurológica e neurooftalmológica

1.6. Eletrofisiologia

  • 1.6.1. Potenciais evocados visuais

  • 1.6.2. Eletrorretinograma

  • 1.6.3. Eletrooculograma

1.7. Neuroimagem

  • 1.7.1. TAC

  • 1.7.2. RNM

  • 1.7.3. Ecografia

2.1. Síndrome de Horner

  • 2.1.1. Bases anatómicas e fisiopatologia da via oculosimpática

  • 2.1.2. Causas da Síndrome de Horner

  • 2.1.3. Achados clínicos

  • 2.1.4. Diagnóstico

  • 2.1.5. Tratamento

2.2. Paralisia do III par

  • 2.2.1. Bases anatómicas e fisiopatologia

  • 2.2.2. Etiologia

  • 2.2.3. Achados clínicos

  • 2.2.4. Regeneração aberrante do III par craniano

  • 2.2.5. Diagnóstico

  • 2.2.6. Tratamento

2.3. Paralisia do IV par

  • 2.3.1. Bases anatómicas e fisiopatologia

  • 2.3.2. Etiologia

  • 2.3.3. Achados clínicos

2.4. Paralisia do VI par

  • 2.4.1. Bases anatómicas e fisiopatologia

  • 2.4.2. Etiologia

  • 2.4.3. Achados clínicos

2.5. Paralisia do VII par

  • 2.5.1. Bases anatómicas e fisiopatologia

  • 2.5.2. Etiologia

  • 2.5.3. Achados clínicos

2.6. Tratamento da paralisia facial

  • 2.6.1. Manejo das paralisias faciais

  • 2.6.2. Prognóstico

  • 2.6.3. Novos tratamentos

2.7. Paralisia combinada dos pares cranianos

  • 2.7.1. Chaves no diagnóstico da paralisia de múltiplos pares cranianos

  • 2.7.2. Causas mais frequentes de afetação de múltiplos pares cranianos

  • 2.7.3. Exames complementares úteis e algoritmo para diagnóstico

2.8. Outras neuropatias

  • 2.8.1. Perturbações faciais hipercinéticas

  • 2.8.2. Neuropatias infeciosas e imunomediadas

  • 2.8.3. Traumatismos e tumores

2.9. Miopatias

  • 2.9.1. Miastenia gravis

  • 2.9.2. Síndromes pseudomiasténicas

  • 2.9.3. Oftalmoplegia externa progressiva crónica

  • 2.9.4. Distrofia miotónica

3.1. Relações anatómicas. FRPP e FLM

  • 3.1.1. Integrantes anatómicos do movimento ocular supranuclear

  • 3.1.2. Anatomia funcional dos movimentos sacádicos e de seguimento

  • 3.1.3. Anatomia funcional das versões horizontais

  • 3.1.4. Anatomia funcional das versões verticais

  • 3.1.5. Anatomia funcional da convergência/divergência

  • 3.1.6. Reflexos não óticos ou vestibulares

3.2. Manifestações oftalmológicas em patologia do tronco

  • 3.2.1. Patologia do olhar horizontal

  • 3.2.2. Patologia do olhar vertical

  • 3.2.3. Patologia da convergência e divergência

3.3. Manifestações oftalmológicas em patologia do cerebelo

  • 3.3.1. Localização de lesões no cerebelo segundo as manifestações oftalmológicas

  • 3.3.2. Manifestações oftalmológicas em patologia vascular cerebelosa

  • 3.3.3. Manifestações oftalmológicas em patologia do desenvolvimento cerebeloso

3.4. Manifestações oftalmológicas em patologia do sistema vestibular

  • 3.4.1. Manifestações oftalmológicas da disfunção óculo-vestibular central

  • 3.4.2. Manifestações oftalmológicas da disfunção óculo-vestibular periférica

  • 3.4.3. Desvio oblíquo (Skew)

3.5. Manifestações oftalmológicas em doenças neurológicas degenerativas e outras

  • 3.5.1. Doença de Parkinson

  • 3.5.2. Doença de Huntington

  • 3.5.3. Epilepsia

  • 3.5.4. Coma

3.6. Facomatoses

  • 3.6.1. Neurofibromatose

  • 3.6.2. Esclerose tuberosa

  • 3.6.3. Doença de Von Hippel-Lindau

3.7. Nistagmo

  • 3.7.1. Definição e fisiopatologia

  • 3.7.2. Classificação

  • 3.7.3. Exploração e métodos de registo

  • 3.7.4. Nistagmos fisiológicos

3.8. Nistagmo no adulto

  • 3.8.1. Nistagmos vestibulares

  • 3.8.2. Nistagmo de olhar excêntrico

  • 3.8.3. Nistagmos pendulares adquiridos

  • 3.8.4. Tratamento

3.9. Nistagmo na infância

  • 3.9.1. Nistagmo sensorial

  • 3.9.2. Nistagmo motor idiopático

  • 3.9.3. Nistagmo por mau desenvolvimento fusional

  • 3.9.4. Outros nistagmos da infância

  • 3.9.5. Protocolo diagnóstico

  • 3.9.6. Tratamiento

3.10. Intrusões sacádicas e oscilações

  • 3.10.1. Intrusões sacádicas

  • 3.10.2. Oscilações sacádicas

  • 3.10.3. Outras oscilações oculares

4.1. Avaliação pupilar

  • 4.1.1. Importância da adequada avaliação pupilar

  • 4.1.2. Reflexos pupilares

  • 4.1.3. Acomodação e convergência

4.2. Anisocoria

  • 4.2.1. Anisocoria fisiológica

  • 4.2.2. Anisocoria maior na escuridão: anisocoria mecânica, anisocoria farmacológica, síndrome de Horner

4.3. Anisocoria maior na luz

  • 4.3.1. Introdução

  • 4.3.2. Lesão na íris

  • 4.3.3. Midríase farmacológica

  • 4.3.4. Pupila tónica

  • 4.3.5. Paralisia do III par craniano

4.4. Alterações da reatividade pupilar

  • 4.4.1. Dissociação luz-perto

  • 4.4.2. Defeito pupilar aferente relativo

  • 4.4.3. Pupila de Argyll-Robertson

  • 4.4.4. Regeneração aberrante

  • 4.4.5. Outras alterações pupilares: midríase episódica benigna

4.5. Anatomia e fisiologia del nervo ótico

  • 4.5.1. Anatomia e fisiologia

  • 4.5.2. Nervo ótico intraocular e intraorbitário

  • 4.5.3. Nervo ótico intracanalicular e intracraniano

  • 4.5.4. Fisiologia

4.6. Patologia vascular do nervo ótico

  • 4.6.1. Neuropatia ótica isquémica não arterítica

  • 4.6.2. Neuropatia ótica isquémica arterítica

  • 4.6.3. Outras neuropatias óticas isquémicas: hipovolemia e papilopatia diabética

4.7. Patologia inflamatória del nervo ótico

  • 4.7.1. Patologia inflamatória do nervo ótico

  • 4.7.2. Patologia desmielinizante do nervo ótico

  • 4.7.3. Patologia infeciosa do nervo ótico

  • 4.7.4. Outras neuropatias inflamatórias: perineurite, sarcoidose e autoimune

4.8. Patologia infiltrativa e compressiva

  • 4.8.1. Patologia tumoral do nervo ótico

  • 4.8.2. Metástases do nervo ótico, linfoma e leucemia

  • 4.8.3. Aneurismas e patologia óssea compressiva do canal ótico

4.9. Patologia metabólica e nutricional

  • 4.9.1. Neuropatias metabólicas

  • 4.9.2. Neuropatias nutricionais

  • 4.9.3. Neuropatias tóxicas

4.10. Patologia traumática

  • 4.10.1. Traumatismos diretos

  • 4.10.2. Traumatismos indiretos

  • 4.10.3. Manejo clínico

5.1. Manifestações neurooftalmológicas da COVID-19 I: patogenia

  • 5.1.1. Características do SARS-CoV-2

  • 5.1.2. Mecanismos patogénicos

  • 5.1.3. Neurotropismo e autoimunidade

5.2. Manifestações neurooftalmológicas da COVID-19 II: neuropatias

5.3. Manifestações neurooftalmológicas da COVID-19 III: Cefaleia, papilite

5.4. Abordagem clínica da cefaleia

5.5. Enxaqueca com aura

  • 5.5.1. Características das enxaquecas

  • 5.5.2. Fenómenos neurooftalmológicos associados à enxaqueca

5.6. Outras cefaleas primárias com dor orbitária

5.7. Neuralgias e neuropatias cranianas

5.8. Manifestações neurooftalmológicas e dor ocular em cefaleias secundárias

5.9. Diagnóstico das cefaleias

  • 5.9.1. Técnicas diagnósticas

  • 5.9.2. Indicações

  • 5.9.3. Critérios de referenciação

5.10. Tratamento das cefaleias

  • 5.10.1. Bloqueios anestésicos

  • 5.10.2. Toxina botulínica

  • 5.10.3. Neuroestimulação

6.1. Patologia vascular I

  • 6.1.1. Aneurismas

  • 6.1.2. Malformações arteriovenosas

  • 6.1.3. Fístulas carótido-cavernosas

  • 6.1.4. Arterite temporal

  • 6.1.5. Vasculite

  • 6.1.6. Dissecção carotídea

6.2. Alterações visuais no acidente vascular cerebral (AVC)

  • 6.2.1. Afetação do lobo parietal

  • 6.2.2. Afetação do lobo temporal

  • 6.2.3. Afetação do lobo occipital

  • 6.2.4. Síndromes bi-hemisféricas

6.3. Tumores do nervo ótico I

  • 6.3.1. Meningioma

6.4. Tumores do nervo ótico II

  • 6.4.1. Glioma

6.5. Patologia do quiasma I

  • 6.5.1. Tumores hipofisários

6.6. Patologia do quiasma II

  • 6.6.1. Quistos

  • 6.6.2. Doenças metastásicas

  • 6.6.3. Mucocele esfenoidal

  • 6.6.4. Traumatismos

  • 6.6.5. Síndrome da sela turca vazia

  • 6.6.6. Outras alterações

6.7. Neoplasias supraselares

  • 6.7.1. Craniofaringioma

  • 6.7.2. Outros tumores da região selar e supraselar

6.8. Hipertensão intracraniana

  • 6.8.1. Etiologia

  • 6.8.2. Sintomas

  • 6.8.3. Sinais

  • 6.8.4. Diagnóstico

  • 6.8.5. Diagnóstico diferencial

6.9. Tratamento da hipertensão intracraniana

  • 6.9.1. Perda ponderal

  • 6.9.2. Tratamento médico

  • 6.9.3. Tratamento cirúrgico

  • 6.9.4. Prognóstico

7.1. Exploração neurooftalmológica nas crianças

  • 7.1.1. Técnicas de exploração no paciente pediátrico

  • 7.1.2. Eletrofisiologia

7.2. A criança com baixa visão. Atraso da maturação visual

7.3. Deficiência visual cerebral

7.4. Anomalias congénitas da via ótica anterior

  • 7.4.1. Hipoplasia

  • 7.4.2. Colobomas e fossetas

  • 7.4.3. Drusas do nervo ótico

7.5. Apagamento papilar

  • 7.5.1. HTIC nas crianças

7.6. Neuropatias óticas na infância I

  • 7.6.1. Inflamatória

  • 7.6.2. Infeciosa

7.7. Neuropatias óticas na infância II. Hereditárias

  • 7.7.1. Atrofia ótica dominante

  • 7.7.2. Neuropatia ótica de Leber

7.8. Atrofia ótica e escavação papilar na criança

7.9. Patologia tumoral pediátrica

  • 7.9.1. Tumores primários do nervo ótico

  • 7.9.2. Tumores da linha média

  • 7.9.3. Tumores da fossa posterior

7.10. Apraxia oculomotora

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Requisitos de la Mestrado em Neuroftalmologia de ISEIE

Reserva el Mestrado em Neuroftalmologia

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  • 9, 9 Módulos
  • 1500 Horas
  • 60 ECTS

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Trabajo final de la Mestrado em Neuroftalmologia

Una vez que haya completado satisfactoriamente todos los módulos de la Mestrado em Neuroftalmologia , deberá llevar a cabo un trabajo final en el cual deberá aplicar y demostrar los conocimientos que ha adquirido a lo largo del curso.
Este trabajo final suele ser una oportunidad para poner en práctica lo que ha aprendido y mostrar su comprensión y habilidades en el tema.

Puede tomar la forma de un proyecto, un informe, una presentación u otra tarea específica, dependiendo del contenido de la especialización y sus objetivos, recuerde seguir las instrucciones proporcionadas y consultar con su instructor o profesor si tiene alguna pregunta sobre cómo abordar el trabajo final.

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Preguntas Frecuentes

Descubre las preguntas más frecuentes y sus respuestas, de no e no encontrar una solución a tus dudas te invitamos a contactarnos, estaremos felices de brindarte más información 

Ao finalizar o programa, você recebe um certificado internacional emitido pela ISEIE Brasil, que atesta as 1.500 horas e os 60 créditos ECTS. O documento possui respaldo da metodologia europeia e reconhecimento internacional para a sua carreira profissional.

A ISEIE adota uma metodologia 100% online e baseada em evidências. Você acessa o conteúdo na plataforma no seu próprio ritmo, conta com o acompanhamento de um tutor especializado e desenvolve um trabalho final aplicado à prática neuro-oftalmológica

Recomenda-se formação médica e noções prévias de oftalmologia ou neurologia, dado o caráter especializado do programa. A ISEIE estrutura o conteúdo de forma progressiva, partindo dos fundamentos anatômicos e semiológicos da via óptica.

O diferencial da ISEIE está na abordagem prática e na correlação clínico-radiológica, com metodologia europeia baseada em evidências. O programa percorre toda a neuroftalmologia, das neuropatias ópticas aos distúrbios da motilidade ocular.

A ISEIE atribui 60 créditos ECTS, equivalentes às 1.500 horas de formação. Os créditos ECTS constituem o padrão europeu de reconhecimento acadêmico e conferem ao seu certificado comparabilidade e validade no cenário internacional.

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